quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Mas todo ano a gente fala isso, todo ano é marcante. Seja de um jeito ruim ou de um jeito bom.
Nesse ano, vimos catástrofes que deveriam nos fazer pensar: O que estamos fazendo com o planeta? Sim. O nosso planeta. Que um dia foi das gerações passadas, e um dia será das gerações futuras, nossos filhos, netos, bisnetos. Não vou começar com aquele discurso clichê de “salvem o planeta!”, mas sim, deveríamos pensar, o que estamos fazendo com o nosso lar? Certa vez uma professora minha disse que o ser humano é o único animal que não cuida do próprio lar. Agora entendo o que ela quis dizer.
A gente não leva nada disso a sério, achamos palhaçada, nunca achamos que será com a gente. Mas olhando para todas as desgraças que aconteceram neste ano, será que não está na hora de colocar a mão na consciência? Deixar as promessas de lado e começar a agir, a hora é agora.
Se você deixou para agir no ano que vem, então chegou a sua hora. O ano novinho está batendo na porta! E todas as suas doze idades com ele. Se você não foi feliz esse ano, não fez o que planejou, começa logo, começa agora! A cada ano que passa é uma chance nova que temos de fazer todos os outros valerem a pena, ou então fazer algo para que esse também possa valer.
O que eu desejo a todo mundo é que façam exatamente aquilo que queiram fazer. E que seja bom para você, e para todos ao seu redor.
2O11 marcará.
sábado, 18 de dezembro de 2010
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Tem gente que acha que o Brasil não vai para frente porque a polícia prende esse tipo de gente. Mas pra mim, o Brasil regride ou fica estagnado justamente porque pessoas de cabeça fraca entram pro crime achando que é uma coisa legal. Porque se TODOS tivessem a consciência da merda toda que isso traz para o nosso país, aí sim o Brasil iria pra frente. Sem violência, sem tráfico, sem drogas, sem mortes de inocentes.
Minha opinião. Não gostou? Saiba ser gente e aceitar. ;)
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
A vida é como uma partida de futebol em uma final de campeonato.
Nós temos o primeiro tempo, a nossa infância e adolescência. Ali, mais ou menos do nosso nascimento até os 20 anos... Onde nos é permitido (nem tanto assim, não é?) errar passes, chutar a bola na arquibancada, cometer faltas. Até quem sabe, uns cartões amarelos. Precisamos correr atrás do tempo para fazer gols e conseguir ir para o segundo tempo com mais tranquilidade.
E aí temos a nossa fase adulta. Se no primeiro tempo nós marcamos muitas faltas, erramos muitos passes e não fizemos nenhum gol, fica mais complicado um pouco, pois o tempo já está quase acabando, e nós precisamos marcar gols para conquistarmos o campeonato e tomar muuuuito cuidado com os cartões vermelhos, eles são os mais perigosos!
Mas se o segundo tempo acaba e mesmo assim não conseguimos marcar nenhum gol, temos a prorrogação, que é a nossa velhice. Mas aí o nosso time já está muito desgastado, e começamos a ficar desesperados para fazer um gol antes que a prorrogação acabe. Porque quando a prorrogação acaba, temos apenas os pênaltis, que são praticamente golpes de sorte. Nunca podemos reduzir nossa vida à sorte. Empurrar com a barriga para no final, talvez chegar aos pênaltis e termos chances de marcar gols.
Por isso que precisamos fazer da nossa vida um time campeão. Um time com garra, força de vontade para vencer. Um time que não se entrega às dificuldades e nem pressões. Um time que tenha capacidade de ser campeão por mérito, e não por pura sorte.
Nota: Me inspirei no FLUMINENSE FOOTBALL CLUB, meu TIME DE CORAÇÃO, CAMPEÃO BRASILEIRO DE 2O1O ! ♥
PS: Hoje é meu aniversário. Parabéns pra mim.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
As vezes aparece na nossa vida uma verdadeira Escolha de Sophia. Escolher entre razão e emoção. Escolher entre o que o seu coração quer e entre o que a sua cabeça quer.
Geralmente, o que é melhor para nós é sempre o que a nossa razão nos manda fazer. Mas por que na maioria das vezes o nosso coração vence? Será que todos nós somos vacilantes diante dos nossos sentimentos sempre?
É difícil de escolher entre algo que é bom para você e algo que você deseja mais do que tudo...
A questão é que: qual é o jeito que te deixa mais feliz?
SEMPRE o que nos deixa mais feliz são as nossas escolhas pelo coração, porque a razão, mesmo sendo sábia, é fria.
Porque às vezes você encontra alguém que é exatamente tudo que você queria, mas não consegue se apaixonar por essa pessoa. Mas essa pessoa torna-se a razão.
E também tem vezes que você encontra alguém que é o contrário do que você deseja, mas se apaixona desesperadamente por essa pessoa. Essa pessoa torna-se a emoção.
Quem ganha essa guerra eterna entre nossas principais fontes de escolha?
Geralmente uma pessoa que já sofreu muito por escolher sempre a emoção, resolve escolher sempre a razão a partir de um certo momento.
Mas a questão é que: você seria feliz com o que a sua razão escolheu?
A verdade é que a razão sempre vai ser aquilo que é melhor para o nosso equilíbrio. Uma escolha racional sempre vai levar em consideração as chances de você se machucar, as chances de você sofrer. Você coloca na balança aonde isso vai te fazer bem, aonde vai fazer mal. É sempre uma escolha muito, eu diria, egoísta.
Entretanto, uma escolha emocional sempre vai ser intensa. Parece que a emoção simplesmente te cega, e você vai... Você não vê que talvez possa estar pulando em um precipício e a queda pode ser muito, muito dolorosa.
Pode ser que isso não aconteça também. Mas é incerto, como quase tudo nessa vida.
Só que sempre as escolhas emocionais nos deixam mais felizes, mesmo que depois possamos nos arrepender.
Então, sinceramente, isso me confunde.
É como se alguém dissesse: “E aí? Vai uma saladinha que faz bem à saúde e ao corpo ou um doce muito gostoso, mas que vai te deixar com várias celulites depois?”
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Eu costumava fazer planos antes de dormir
Mas isso não importa mais.
Eu costumava procurar nossas iniciais em todos os lugares
Mas isso não importa mais.
Eu costumava colocar você em primeiro lugar
Mas isso não importa mais.
Eu costumava gostar mais de você do que de mim
Mas isso não importa mais.
Eu costumava ignorar o que me diziam
Mas isso não importa mais.
Eu costumava acreditar que era para sempre
Porque para mim realmente era
Mas isso não importa mais.
Eu costumava escolher vestidos de noiva
Mas isso não importa mais.
Eu costumava imaginar como seria nossa velhice juntos
Mas isso não importa mais.
Eu costumava fazer cartas para você
Mas isso não importa mais.
...
Acabou
Por isso nada disso importa.